Eu, Mari Guimarães, vou publicar meu primeiro livro!

Quem me acompanha nas redes sociais, já sabia, né? E quem me conhece sabe o quanto sou apaixonada por escrever e livros. Sabe também que eu escrevo desde quando aprendi a juntar as letras e perceber que elas podem dizer muito, ou tudo, por mim. Para ser mais sincera, a escrita sempre esteve presente na minha vida. Lembro-me de quando era criança, o que eu mais gostava de brincar era escrever. Escrevia cartas para todo mundo da família, para as namoradinhas dos meus tios, para as primas das namoradas, para minha tia da escola, a tia da cantina… Tudo era motivo de escrever. Todo dinheirinho que eu juntava eu comprava cadernos e canetas. Tinha milhares de cadernos diferentes, capa dura, capa mole, com espiral, folha para fichário sem ter fichário. Caneta colorida, com glitter, com cheiro. TUDO. Minha mãe vivia perguntando: “Pra que esse tanto de coisa, minha filha? Um só não basta?” E eu insistia que não, sempre queria uma agendinha nova. Justificava que aquela seria para um assunto diferente.

 
Na escola eu amava fazer redações, por mais chatos que eram os temas. Quando fiquei mais crescidinha descobri o blogger e a partir daí criei vários. Aprendi muita coisa sozinha, praticamente tudo, era super difícil na época porque o acesso à internet não era tão fácil como hoje, mas eu nunca desistia. Às vezes batia uma doideira e eu desativava por um tempo. Não passava uma semana e lá estava eu de novo postando milhares de textos e frases.
 
Só que foi na adolescência que tudo começou a fluir. Encontrei o amor da minha vida e coisas que antigamente eram apenas coisas começaram a fazer sentido e eu queria escrever sobre elas e mostrar ao mundo. Criei outro blog para levar mais a sério. Postava diariamente e divulgava muito. Até que ocorreu um impasse e eu o deletei. Perdi todos os meus textos, tudo, tudo.
 
Vendo assim vocês podem achar que eu desisti, mas não. Segui em frente, arrumei novas histórias, outros contos e inventei diálogos. Escrevi um livro e guardei numa pasta escondida no computador. Participei de um concurso para publicar o tal livro e perdi. Encontrei o blog Namorada Criativa, comecei a postar semanalmente esses textos dramas mexicanos e românticos, criei uma página no Facebook (1 Quarto de Café) e fui me apaixonando cada vez mais pela essa magnifica arte que é escrever.
 
Meses atrás resolvi desenterrar meu livro e criei coragem para mandar para uma editora. Depois de umas semanas vejo na caixa de entrada do meu e-mail uma resposta. Nem quis abrir no primeiro momento. Deixei aquilo de lado e fui fazer minhas coisas. Até que eu pensei: “Ah, Mariana, deixa de ser imatura. Abre logo esse e-mail.” E resolvi abrir: “Parabéns, Mariana, seu projeto foi aprovado!” Depois disso foram só lágrimas e pulos de alegrias.
 
Hoje venho aqui com infinita felicidade contar como foi os primeiros momentos deste livro que já está quase saindo. É um livro simples, não muito grande e nem muito pequeno. É aquele estilo que você abre um texto um dia, lê, reflete e volta no outro dia para ler mais. São histórias que podem ter acontecido com você, comigo e até mesmo conosco. Histórias de semblantes que encontrei nas ruas, lágrimas que vi escondidas num canto do ônibus e sorrisos verdadeiros na padaria. São palavras sinceras que eu escrevi pensando em cada um de vocês que passaram na minha vida.
 
Vou deixar uns trechinhos de umas crônicas para matar a curiosidade:
 
“(…) Quebre regras desnecessárias, viva intensamente, viva sem ter medo de viver e do que os outros vão pensar. Planeje não fazer planos pelo menos uma vez, deixa a vida te levar, garota. Tenha histórias para contar aos seus netos e bisnetos. Tome seu primeiro porre. Passe uma noite inteira fora. Acorde cedo para ver o maior espetáculo da vida. Ame aqueles que merecem, sem limites! Chore quando sentir vontade, nunca vi alguém isento de sentimentos. Mas não deixe que isso estrague seu show! Você é a atriz principal e a peça precisa continuar.”
 
“(…) E agora já é tarde. De nada adianta. Tive o maior amor nas minhas mãos, na minha vida e não soube cuidar. Agora fico aqui, devaneando na madrugada. Sonhando com tudo que ainda poderíamos ter vivido se eu ainda a tivesse ao meu lado.”
 
O resto vocês vão conferir dia 18 de Outubro, às 16 horas na Livraria Nobel – Vila Velha/ES. Temos leitoras daqui? Conto com a presença de todas vocês! 
 
Aguardo todas vocês no lançamento, com direito a uma dedicatória especial! Esse sonho está sendo realizado com a ajuda de vocês. Obrigada, minhas leitoras <3 
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Tem coração que bate. O meu, escreve. 24 invernos bem capricornianos, colecionadora de passagens de viagens, não pensa duas vezes antes de botar o pé na estrada. Mas cursa Jornalismo, é estagiária e você sabe como é, né? Tenho mania de não falar pelos cotovelos, mas escrever como um furacão.
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