Não sabemos como começar esse texto. É, a gente não sabe. Já apagamos várias vezes e, se estivéssemos escrevendo esse post à mão, temos certeza que nosso lixinho estaria cheio de bolinhas de papel. Nada parece bom o suficiente comparado ao ensinamento que Cristina nos deu em apenas 39 minutos de documentário.
É, um documentário. Curtinho, daqueles que você pode ver no horário do almoço e levar pro resto da vida. Daqueles que passa despercebido nos inúmeros filmes e séries que a Netflix nos proporciona. E foi nessa pesquisa para um post novo que encontramos a história de Cristina. Estão prontos?
O documentário relata uma viagem intima na vida de Cristina de 37 anos e em como o destino traz para sua vida um novo amor e um desafio imbatível: ter que lidar com o câncer pela segunda vez. Determinada a transmitir uma mensagem de esperança e uma mentalidade de “viver no agora”, o segundo câncer de Cristina tem um impacto sobre seu corpo em diminuição, porém seu amor pelo marido só cresce. Bruce fica ao seu lado enquanto faz malabarismos de trabalho e financeiros.

O curta segue a jornada de Cristina em seu amor profundo, esse amor que a sustenta e levanta. Se ela tivesse que escolher entre encontrar esse amor profundo e puro e ter câncer, ou ser livre de câncer, mas nunca experimentando amor verdadeiro… o que ela escolheria? O que você escolheria? As respostas dela são tão chocantes e ao mesmo tempo tão profundas. 

Esta é a história de um amor persistente e uma doença persistente vítima. Cristina fornece uma visão profunda sobre a vida de uma mulher incrível, um símbolo de amor e vontade de viver, vontade mesmo, mesmo com medo de um futuro incerto, tudo o que ela queria era isso: viver o presente, amar hoje, abraçar agora e sorrir sempre – uma modelo para todos nós.

“A primeira coisa que senti quando soube que estava com câncer era que algo tomou conta de mim. Senti que era minha responsabilidade dizer a meus amigos e entes queridos, dizer a eles que você só tem o momento presente. É tudo que você tem. A única garantia de vida é o presente. O amanhã nem sempre está ai. O ontem definitivamente já se foi. Então, o agora, é o único presente que temos. E isso é o que tento compartilhar com todos. E talvez esteja aqui para ensinar isso pra alguém. Talvez essa seja minha lição. Talvez seja por isso que estou aqui. Esse é meu propósito. Talvez eu deva dizer às pessoas,  “Levante! Levante!”.

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