É bem verdade que o assunto “feminismo” não sai das pautas desde o ano passado, mas é verdade também que nem todo mundo entende o real significado desse movimento tão importante.
Por isso, aproveitei esse mês maravilhoso, que é o mês do dia da mulher, para compartilhar um pouquinho do meu conhecimento sobre a nossa luta. E nada melhor que aprender lendo livros, né?
1- O segundo sexo, Simone de Beauvoir
 
Depois do Enem de 2015 é meio difícil não se lembrar de toda a polêmica envolvendo a frase “Ninguém nasce mulher, torna-se.” O livro é bem grande, confesso. Mas vale totalmente a pena. A escritora explica desde a biologia dos sexos até a psicologia acerca dos gêneros, tudo isso vai te fazer entender a frase polêmica e toda a raiz do problema feminino.
Compre aqui.
2- Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie
 
Lembra da música Flawless da Beyoncé? Então, Chimamanda é ninguém menos que a mulher do discurso maravilhoso presente na música. A escritora nigeriana vai te convencer a lutar pela causa com suas palavras compreensivas e seus argumentos fortes. O livro é bem pequeno, dá pra ler em um dia, ótimo para quem tem pressa de saber mais sobre o feminismo.
Compre aqui.
3- Capitolina
A revista online, Capitolina, saiu do mundo virtual e veio direto para as prateleiras das livrarias. O livro reune os melhores textos já publicados na revista e ensina todos os conceitos da luta feminista atual, além de aprsentar conselhos, dicas e reflexão.
Compre aqui.
4- Mulheres, Carol Rossetti
Você provavelmente já viu algum desenho da Carol pelo Facebook, Instagram ou em outras redes sociais. A ilustradora desenha mulheres das mais diversas formas e etnias, sempre acompanhadas de alguma mensagem libertadora. Agora, além dos desenhos maravilhosos, você vai encontrar também  alguns textos. Olha só uma prévia:
“Existem mulheres negras, brancas, morenas, latinas, asiáticas, indianas, indígenas. Existem engenheiras, donas de casa, prostitutas, senadoras, artistas, executivas, atrizes. Há mulheres cegas, surdas, mudas. Mulheres bipolares, deprimidas, ansiosas.
Existem heterossexuais, lésbicas, bissexuais, arromânticas, pansexuais, assexuais. Mulheres cristãs, ateias, budistas, islâmicas.
Há mulheres que não são ativistas, que nunca ouviram falar em feminismo, que nunca discutiram racismo. Mulheres que lutam de formas diferentes, a partir de ideias que não conhecemos. Existem mulheres que têm vergonha de compartilhar suas escolhas por medo de serem julgadas. E mulheres que discordam de tudo isso que eu disse até aqui.
Cada uma tem sua própria história, e acredito que todas elas merecem ser ouvidas e representadas. Minha abordagem será abrangente, convidando todos os que dividem comigo essa ideia de liberdade a celebrar a diversidade do ser humano.
Pode entrar, sente-se onde quiser, pegue um café. Estão todos convidados.” – Carol Rossetti
 
Compre aqui.
_
Esse post faz parte da nossa semana especial do dia das mulheres. Para ler os outros, clique aqui. 

Facebook Comments