Jardim secreto, Floresta Encantada, Universo de mandalas… recentemente, livros como esses ficaram entre os mais vendidos. Nada contra o estilo, só para ficar claro. Confesso que fui adepta da prática, mas definitivamente o efeito antiestresse não funcionou comigo.

Ironicamente, quando vi pela primeira vez – ainda em fotografia – o livro “Crânio, Coração e Poesia”, lembrei desses ícones citados acima. A capa e contracapa ilustradas com efeito de aquarela é um convite aos olhos. Belíssimo trabalho do ilustrador Lucas Paulucci. Depois de segurar o livro em mãos, notei ainda mais o jogo genial de cores. O fundo de cor cinza cimento nos permite várias analogias. E a poesia é isso: o abstrato rompendo o concreto. Sim, eu acabei de julgar o livro pela capa. E errei!

Ele é ainda mais lindo por dentro. O autor Carlos Augusto ( @carloswriter )o desenhou cuidadosamente em palavras. Palavras essas amplas em significado. Tem rima, mas não por rimar apenas. Tem verso de amor, mas também tem verso de luta, conscientização e muita reflexão. Ih, rimou!

É um livro completo: completamente encantador. Falando nesse adjetivo é impossível não lembrar do primeiro livro do autor “Um encanto em cada canto”  e da evolução clara de Carlos de uma obra para outra desde a produção até mesmo a intimidade com as palavras.

O prefácio do livro foi escrito por nada mais, nada menos que Lucas Brandão, mais conhecido como @blogdolucao , autor dos livros “É cada coisa que eu escrevo só para dizer que te amo” e “Telegramas”. Aliás, a capa do segundo também foi feita pelo Lucas Paulucci.

Falando em ilustras eu seria injusta se não mencionasse a Salém Negrão (@salemcnegrao ) , responsável pela maioria das páginas da obra. A parceria de Carlos e Salém antecede o livro. Desde as redes sociais, onde tudo começou, a sintonia foi tanta que posso dizer que os versos de Carlos rimam com os traços de Salém. Ela desenha o simples, mas não de forma óbvia. E isso me encanta! Seus traços são lúdicos e me remetem à infância. Outras ilustradoras que admiro também estão presentes ao decorrer das páginas: Maria Fernanda e Laís Guedes.

Sobre o autor:

O chamo carinhosamente de bonito. E sei que depois de ler alguns versos dele, provavelmente você irá concordar comigo. Carlos ainda está na casa dos 20, mas é de uma maturidade louvável como artista e pessoa. É psicólogo, amante da arte circense e ataca de Mc nas horas vagas. Talvez o que me faça apaixonar ainda mais pela obra  seja o fato de saber que ele é o que escreve. Ele fala de amor e vive o amor de forma saudável e plena. Leva poesia para as ruas, praças e  faz um trabalho lindo em escolas. Não é mais um escritor que usa disso para se sair bem com as mulheres. Ele é um menino família que ama os pais e os chama/trata de realeza. Respeitador, acolhedor, engajado. Poderia dizer muito mais, mas prefiro deixar um apelo: leiam esse garoto!

Como adquirir:

Mande um direct pelo instagram @carloswriter ou um email para [email protected]

 
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